Na vida que se inicia entre a dor e o prazer qual diferença há de haver?
O gemer ensurdecedor do pranto que flagela a alma não tem também tamanha magnitude o prazer.
Nos agitados mares da vida é a mesma paisagem que se plasma , triste e alegre, feia ou bonita, e assim transcorre a vida como o sangue nas veias até o extinguir da existência temporária para dar inicio a mais uma
insólita viagem .
Eu ali estava a observar aquele homem, jogado a sua própria sorte, sem meios, sem parentes, sem amigos, apenas o seu conhecimento que por ora lhe valia, pra sustentar sua alma nas mais variadas situações que a vida a cada instante lhe surpreendia, representado na máxima grandeza da sua esperança, a de viver.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Andei, andei e sequer olhei para as serras, o incio do maior espetácuo, a chuva e o arco-iris, e exerci naquele momento o direito de não pensar, esvaziar totalmente, foi um encontro com a natureza da sua mais explicita obra do Divino.Focalizei o momento e não esperei mais nada.
Agora só por essas terras onde avista-se variedades de aves, ouço ativamente o despertar do dia, aprendendo com essa nova vida.
Agora só por essas terras onde avista-se variedades de aves, ouço ativamente o despertar do dia, aprendendo com essa nova vida.
Eis o cenário meus amigos
Linda, linda areia, e um povo pra lá de bronzeado, que data é essa...
Homens e mulheres em seus capacetes de penas, coloridos, exóticos?????????
Um homem cabisbaixo passa por mim, uau ele nem sequer me olha, ou cumprimenta, nem me olha, nem me dirige a palavra, a meu entendimento ele não pertence àquela tribo, está tão surpreso quanto eu, mas ele segue seu instinto e naturalmente foge pra mata que ao sair daquela orla é exuberantemente LINDA.
Linda, linda areia, e um povo pra lá de bronzeado, que data é essa...
Homens e mulheres em seus capacetes de penas, coloridos, exóticos?????????
Um homem cabisbaixo passa por mim, uau ele nem sequer me olha, ou cumprimenta, nem me olha, nem me dirige a palavra, a meu entendimento ele não pertence àquela tribo, está tão surpreso quanto eu, mas ele segue seu instinto e naturalmente foge pra mata que ao sair daquela orla é exuberantemente LINDA.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Jornada para Gohayó
Quando me inspirei neste livro, tudo ja estava revisto nas letras que haviam me inspirado uma tenebrosa cruzada.
Sei que a inspiração nos transfere uma bela responsabilidade, mas creio que a viagem está só acrescendo em meu universo, os fantasmas do meu passado, as vezes tb os erros pagam-se com acréscimos a mais na balança. Diante de tamanha grandeza meu dom me acrescenta alem de coragem uma enorme ansia por viver a minha vida nova.
Sei que eu me inspirei em cada jornada, pra te sentir melhor em cada cruzada, olhar pra traz me faz rever o sentido de um grande despertar (amanhecer) a te procurar.
Como o sol o som me aquece, variando as estações
que alteram na rotaçao universal os meus sentidos, sem assim me explicar que vou ou como vou ao alcance dos meus sonhos.
Raiz e razão na vida RAIZ E ASAS.
Onde estão suas raizes, seu passado apenas distante, mas, sua base pra uma vida inteira, por isso o supórte, a familia, é inegável seu valor, aquilo que vc traz de melhor foi extraido de sua base familiar.
Suas asas são seus sonhos que estavam agregadas em suas raizes, desde seu nascimento, sua origem.
O mundo novo é a renovação da sua alma, pq nada se perde, nada se joga, apenas reformas internas operando em sua velha, mas, aprendiz alma.
Certo dia um velho mas sábio aprendiz esteve por aqui, mas diante de tanta involução deixou mensagens em cada lugar que pisou, e diante de tamanha ignorancia pilotou sua nave pra distantes dimensões, pra preparar a chegada de um momento propício à sua vinda, onde reformuladas mentes seriam mais receptivas a seus ensinamentos.
Essa é a transformação dos nossos distantes sonhos.
1983_______________________________________________________________________________________
Ano 3
Esse ano eu não tinha em minha intuitiva imaginação os acontecimentos reais de uma cruzada ainda distante de um mundo novo que se descortinaria em 2010.
Diversos nomes se daria a esse momento por uns esperados, por outros ignorado.
Naquela noite eu ainda não tinha em mente o que fazer, saira pra comtemplar aquele céu estrelado, quase raro pela invasão das fumaças dos automóveis que trafegavam por ali.
Aquela ilha nem pequena nem grande, ainda posso sentir a maresia, pescadores na orla levando às ondas seus arrastões, ali se arrastavam vidas e vidas, não era raro alguém se afogar .
Estava só no pier registrando em minha memória a situação , homens, mulheres e crianças naquele vai e vem pela ilha a procura de si mesmo, querendo respostas pra onde chegar. Um resgate de si mesmo.
Uns esperando pela vida cheia de ilusões, com a cabeça de sonhos de icaros, outros subindo a serra, e encarando a selva de pedra inquietando assim seu mundo imaginario. Mas assim se acreditava criar as condições para uma vida melhor.Mas eu, ainda estava repleta daquela praia e da sensação de que as respostas saiam dali, como num portal que ao se abrir visualiza -se e direciona respostas para a mente. Foi quando um extrondo de algo que adentrava na atmosfera e sucumbia no mar me fez paralisar os sentidos e registrar aquela cena pra sempre .
Acreditamos nas coisas que vemos, e o que não podemos visualizar descartamos, mas elas existem e estão lá pra serem descortinadas e reveladas às mentes mais céticas do universo.
Era uma luz, não tinha um formato compreensível, cada momento tinha uma forma pra mim desconhecida e desconexa, ela saia do mar e retornava tornando possivel vislumbar a vida marinha que por ora pairava por ali.
O mar reluzia e se tornava gigante e aquela imensidão me apavorou, me senti só, e com muita vontade de sair correndo, mas me contive, como se algo me petrificasse os sentidos e me cravasse os pés naquelas pedras do pier.
Mas ao mesmo tempo olhei em varias direções para ver se alguém mais teria tido aquela visão. Nada, todos iam e vinham sem ter visto nada, eu me senti mais só e LOUUUUUUUUUUUUUUCA.
Respirei profundamente varias vezes pra aquietar minha mente, e mais uma vez aquela visualização entrava em cena novamente e me paralisava totalmente. E mais uma vez solitariamente me senti no universo. Saltei daquele pier em fui em direção à praia, ela estava próxima, as ondas invadiram meus pés, um buraco começou a se formar ao meu redor, e uma mão reluzente se apoderou de mim...
Uma viagem alucinante se apossou do meu universo
Ondas e ondas de cores variadas e vivas, fortemente iluminadas me transportavam por um imenso tubo de luz, e pude escutar ativamente com muita atenção um canto, que me fez lembrar uma dança, fiquei em transe não sei precisar por quanto tempo no seio daquele ritmo de amor, mas ficaria uma eternidade a comtemplar a minha própria imagem, linda e viva ao som daquela agua viva. No curso da minha vida era muito comum me questionar sobre a existencia da insustentável leveza do ser. Por quantas vidas ja vividas tivera eu um momento como aquele?
Mundo paralelo...Gohayó
E naquele trajeto das águas,de repente fui arremessada à orla daquele porto e ancorei, e assim, pude ser a expectadora de um espetáculo sobre a solidão sobre as aguas, de homens em seus intensos movimentos no interior daquelas naus, trazendo as histórias do velho mundo, encarando os monstros marinhos, e os nativos daquele lugar.
A praia ainda deserta e o despontar de um novo dia, eu caminhava em direção as pegadas de um novo amanhecer, pra me descobrir no novo mundo em uma nova vida.
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